Automação financeira e arquitetura de dados para decisões mais rápidas
Industry
Manufacturing
Challenge
A operação financeira precisava consolidar informações espalhadas entre diferentes sistemas e bases, com alto esforço manual, múltiplas interpretações dos números e dificuldade para garantir consistência entre relatórios e análises.
Results
O projeto automatizou cerca de 95% das tarefas, reduziu o tempo de fechamento gerencial em aproximadamente 13% e passou a gerar os principais relatórios financeiros automaticamente em cerca de 25 minutos.
Arquitetura de dados financeiros e automação de fechamento
Framework de governança , arquitetura de dados
“Quando o financeiro passa a operar sobre uma única base confiável, a empresa deixa de gastar energia conciliando números e passa a discutir estratégia.”
Diretor de Controladoria e Transformação Financeira
Indústria de bens de consumo
Uma estrutura financeira que precisava acompanhar o tamanho da operação
A operação pertence a uma indústria de grande porte, com alto volume de informação financeira e forte dependência de dados consolidados para sustentar análises gerenciais, indicadores de desempenho e decisões que afetam diferentes áreas do negócio.
Nesse contexto, crescimento operacional sem unificação de dados tende a gerar um efeito conhecido: mais informação disponível, mas menos confiança sobre qual número usar. O desafio não era produzir mais relatórios. Era garantir que todos partissem da mesma lógica.
O problema não era falta de dado. Era excesso de esforço para torná-lo utilizável
Antes do projeto, a gestão financeira dependia de um processo distribuído entre sistemas, planilhas e bases que não conversavam com consistência suficiente. Isso aumentava o trabalho operacional, criava risco de divergência entre relatórios e dificultava transformar informação em decisão com rapidez.
Em organizações industriais, esse tipo de fragmentação se torna ainda mais sensível porque diferentes áreas podem trabalhar com bases e filtros distintos para analisar o mesmo tema. O resultado é ruído interno, retrabalho e perda de tempo discutindo número em vez de discutir direção.
Com o crescimento da operação e o aumento da complexidade analítica, esse modelo ficou limitado. O fechamento gerencial exigia esforço elevado, a consolidação financeira era mais lenta do que o necessário e a empresa precisava de uma arquitetura capaz de integrar múltiplas fontes em um fluxo mais confiável e auditável.
Uma fonte única para o financeiro e um novo ritmo para a operação
A resposta foi reorganizar a base, não apenas acelerar o relatório.
A MATH estruturou uma arquitetura moderna de dados para centralizar a coleta, integração, transformação e validação das informações financeiras. Em vez de manter a operação dependente de fluxos dispersos, o projeto criou um ambiente unificado capaz de consolidar milhões de registros e processar cerca de 3 milhões de registros por mês.
A solução conectou sistemas como SAP, SQL Server, Excel e outras bases corporativas, reduzindo a fragmentação e permitindo que os dados passassem por um processo único antes de chegarem aos relatórios e análises. Isso criou o que os times passaram a chamar de fonte única da verdade: uma base central a partir da qual relatórios financeiros, indicadores e análises gerenciais são construídos com a mesma lógica.
A automação entrou como consequência dessa reorganização estrutural. Com a nova arquitetura, tarefas que antes consumiam esforço operacional intenso passaram a acontecer de forma automática, com mais rastreabilidade, mais padronização e menos dependência de consolidação manual.
O projeto também foi desenhado para ir além da primeira entrega. A base preparada agora sustenta fases futuras de padronização do plano de contas, integração mais ampla de relatórios gerenciais e expansão para outras operações do grupo.
O ganho principal não foi apenas fazer mais rápido. Foi garantir que toda a discussão financeira começasse do mesmo número.
O que mudou quando o financeiro passou a operar com uma base única
O primeiro resultado foi automação em escala. Cerca de 95% das tarefas passaram a ser executadas automaticamente, o que reduziu de forma relevante o esforço operacional das equipes e deslocou energia para atividades de análise e decisão.
O segundo resultado foi velocidade. O tempo de fechamento gerencial caiu aproximadamente 13%, enquanto a geração dos principais relatórios financeiros passou a acontecer automaticamente em cerca de 25 minutos. Isso altera o ritmo da operação porque diminui o intervalo entre consolidação, leitura e ação.
O terceiro resultado foi confiança. Todos os relatórios passaram a ser construídos sobre a mesma base e a mesma lógica de cálculo, reduzindo discrepâncias internas e fortalecendo a capacidade de discutir estratégia com números consistentes.
O quarto resultado foi alcance organizacional. Embora o projeto tenha sido conduzido principalmente por finanças e tecnologia, seu efeito se estende a praticamente toda a empresa, já que áreas como logística, compras, produção, precificação e planejamento estratégico dependem diretamente de dados financeiros consolidados. O projeto mobilizou mais de 20 profissionais de diferentes áreas, reforçando seu impacto transversal.
Em resumo, a operação não ganhou apenas uma arquitetura de dados. Ganhou um novo patamar de previsibilidade para decidir
