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TagHub: governança automatizada de dados e ganho de eficiência em martech

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Industry

Financial Services

Challenge

A operação precisava garantir mensuração consistente em múltiplas aplicações digitais, mas dependia de criação manual de mapas de coleta, validações lentas e baixa centralização sobre taxonomia e versionamento. Isso aumentava retrabalho, reduzia confiança nos dados e travava a velocidade de entrega.

Results

O projeto reduziu em 80% o tempo de criação dos mapas, liberou 500 horas mensais da operação, acelerou tagueamento em 5x e validação em 3x, com muito mais consistência na taxonomia coletada.

TagHub

TagHub

80%
Redução no tempo de criação de mapas de coleta
500h/mês
Capacidade operacional devolvida ao time
5x
Aceleração na etapa de tagueamento
3x
Aceleração na etapa de validação

“Governança só funciona de verdade quando deixa de depender de memória, planilha e revisão manual para passar a operar como estrutura do processo.”

Head de Martech e Governança de Dados

Serviços financeiros

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Mensurar bem exige consistência na origem

A operação pertence a uma instituição financeira com múltiplas aplicações web e mobile, em que analytics, CRM, mídia e produto dependem da mesma base de mensuração para funcionar com confiança. Nesse contexto, tagueamento não é detalhe técnico. É infraestrutura crítica de leitura do negócio.

Quando cada área ou desenvolvedor interpreta eventos e parâmetros de forma isolada, o dado deixa de ser linguagem comum e passa a introduzir ruído em toda a cadeia analítica.

O problema não estava no dashboard 

A dificuldade central não era visualizar os dados no fim da jornada. Era garantir que eles nascessem corretos.

Com um ecossistema de 11 aplicações entre web e app, a operação convivia com um modelo descentralizado de tagueamento. Eventos e parâmetros eram definidos e implementados de forma manual, muitas vezes sem alinhamento consistente entre negócio, design e desenvolvimento. O resultado era perda de integridade: o dado capturado nem sempre correspondia ao que a operação acreditava estar medindo.

Esse desenho gerava um segundo problema, menos visível e mais caro. Profissionais experientes precisavam revisar mapas e validações manualmente, em um fluxo baseado em conferência humana, planilhas soltas e idas e vindas entre áreas. O tempo consumido por esse trabalho não produzia nova inteligência. Apenas tentava conter erro já introduzido na origem.

O terceiro problema era de ritmo operacional. O SLA de validação podia chegar a três dias úteis por entrega. Em um ambiente que exige velocidade de ajuste e consistência de mensuração, isso se tornava um freio estrutural para o deploy e para a evolução do ecossistema digital.

Na prática, a operação não precisava apenas de mais controle. Precisava de uma forma de tirar a governança do esforço manual e incorporá-la ao processo desde o começo.

Uma fonte única para o que deve ser medido 

A resposta foi transformar governança em sistema, não em revisão posterior.

A MATH desenvolveu o TagHub como uma plataforma centralizada para criação, versionamento, validação e controle dos mapas de coleta. Em vez de depender de planilhas, interpretações locais e conferências repetidas, a operação passou a trabalhar com uma fonte única de verdade sobre eventos, parâmetros, responsabilidades e regras de taxonomia.

A primeira camada da solução foi a geração assistida por IA com contexto já delimitado. Antes de analisar qualquer tela, o sistema recebe o canal, o produto, o subproduto, a jornada e a lista exata de eventos permitidos. Isso reduz radicalmente a liberdade de improviso. A IA passa a operar dentro de regras claras, identificando elementos interativos e estruturando o mapa de coleta de forma aderente à taxonomia definida.

A segunda camada foi a integração com a fase de design. Ao se conectar ao Figma, o TagHub traz a lógica de mensuração para antes do código. A plataforma identifica componentes interativos ainda na etapa de desenho da interface e gera automaticamente documentação técnica para a coleta. Com isso, qualidade deixa de ser inspeção tardia e passa a entrar no início da esteira.

A terceira camada foi a validação automatizada. Crawler diagnósticos passaram a navegar na aplicação, disparar eventos e comparar o payload real com a documentação esperada. Isso substituiu a subjetividade do teste manual por um processo mais rápido, reproduzível e objetivo, com geração imediata de erros e warnings.

A quarta camada foi o controle centralizado. Toda a operação passou a consultar a mesma base sobre o que deveria ser medido, em qual versão, com qual responsabilidade e com qual regra de negócio. O conhecimento deixou de ficar disperso e passou a operar como ativo compartilhado.

 O ganho não veio apenas da automação do trabalho. Veio da criação de uma estrutura em que a governança passou a acontecer antes do erro, e não depois dele. 

O que voltou para a operação quando o processo deixou de ser artesanal

O primeiro resultado foi tempo. A criação dos mapas de coleta teve redução de 80%, encurtando uma etapa que antes consumia dias e energia especializada demais para uma tarefa repetitiva.

O segundo resultado foi capacidade. A operação recuperou cerca de 500 horas por mês, o equivalente a liberar uma parcela relevante do time sênior de um trabalho mecânico para que pudesse atuar em leitura estratégica, análise e evolução do ecossistema de dados.

O terceiro resultado foi velocidade. O processo de tagueamento ficou 5 vezes mais rápido, enquanto a validação ganhou aceleração de 3 vezes. Esse avanço não significa apenas ganho operacional. Significa que a mensuração deixou de atrasar o ritmo do negócio.

O quarto resultado foi qualidade. Ao reduzir drasticamente a dependência de revisão manual e alinhar documentação, design e validação dentro de uma mesma lógica, a operação passou a coletar dados com mais consistência entre origem e consumo. Isso protege investimento em mídia, CRM e analytics, porque diminui o risco de decidir a partir de medições incorretas.

Ao final, a governança deixou de ser um esforço fragmentado de contenção de erro e passou a funcionar como parte nativa da engenharia da mensuração.

Sua operação ainda valida manualmente o que já poderia nascer governado?