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Governança de IA e ecossistema de agentes para ganho de produtividade

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Industry

Financial Services

Challenge

A operação dependia de especialistas para traduzir demandas de negócio em entregas técnicas, o que criava filas, aumentava lead time e concentrava conhecimento crítico em poucas pessoas. Ao mesmo tempo, o uso de IA genérica gerava respostas inconsistentes, retrabalho e baixa confiança no resultado.

Results

O projeto reduziu em 88% o retrabalho, gerou ganhos de produtividade superiores a 40% e alcançou uso diário de 60% entre os respondentes, com mais de 70% relatando economia de tempo.

Ecossistema de agentes com framework de governança de IA

MATH AI Platform

88%
Redução no retrabalho
+40%
Ganho de tempo nas entregas
+70%
Usuários relataram economia de tempo
60%
Uso diário entre respondentes

“A questão nunca foi apenas colocar IA para responder. Era garantir que ela respondesse dentro das regras do negócio, com consistência suficiente para virar capacidade operacional.”

Superintendente de Dados e Eficiência Operacional

Serviços financeiros

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Quando escala depende de conhecimento distribuído

A operação pertence a um banco com alta demanda de dados, múltiplas áreas consumidoras de informação e um ambiente técnico formado por sistemas, siglas, regras e fluxos que exigem alto nível de contextualização. Nesse cenário, produtividade não depende apenas de tecnologia disponível. Depende da capacidade de transformar conhecimento especializado em capacidade operacional replicável.

Em ambientes assim, o uso de IA sem estrutura tende a ampliar ruído. O valor só aparece quando a inteligência é submetida a regras, contexto e governança.

 O ponto de estrangulamento da operação 

O problema central não era falta de ferramenta. Era excesso de dependência humana em tarefas que já deveriam operar com mais escala.

Solicitações simples e recorrentes de negócio, como geração de queries, entendimento de bases, apoio a taxonomia e leitura de fontes de reclamação, dependiam de especialistas técnicos com domínio de SQL, Oracle, Databricks e das lógicas internas da operação. Isso criava filas, concentrava conhecimento e elevava o lead time entre pedido e entrega.

Ao mesmo tempo, o uso de IA generativa em formato genérico não resolvia o problema. Sem contexto estruturado, a ferramenta produzia códigos incorretos, análises inconsistentes e referências a tabelas inexistentes. Em vez de reduzir esforço, esse uso gerava um ciclo de retrabalho: a demanda era feita, a resposta precisava ser corrigida e a validação voltava para o time.

Havia ainda um terceiro efeito: onboarding lento. Em um ambiente bancário denso em siglas, sistemas legados e convenções internas, novos colaboradores demoravam a atingir autonomia. Isso tornava a curva de aprendizado mais longa e cara.

A operação não precisava apenas “usar IA”. Precisava transformar capacidade computacional em entrega confiável, com padrão técnico, aderência ao negócio e resiliência às regras de segurança corporativa.

 Um ecossistema em vez de um chat genérico 

A resposta foi trocar generalismo por especialização.

A MATH estruturou um ecossistema de agentes especializados sobre Microsoft Copilot Studio, desenhado para apoiar demandas recorrentes da operação de dados com mais precisão, menos retrabalho e maior aderência às regras do negócio. Em vez de um único assistente genérico, foram criadas camadas funcionais distintas, cada uma orientada a um tipo de tarefa e a um contexto específico.

Entre elas, estavam agentes voltados à tradução de linguagem natural em queries otimizadas para Oracle e Databricks, agentes focados em condensar sinais de múltiplas fontes de reclamação para leitura de experiência do cliente, agentes para automatização de taxonomia em Jira e GTM e agentes voltados a onboarding, com apoio à decodificação do vocabulário corporativo e dos fluxos internos.

O valor da arquitetura não estava apenas na interface conversacional. Estava na engenharia que moldava o comportamento da IA. A MATH implementou guardrails nos prompts para garantir aderência às regras de negócio, limites de compliance e padrões esperados pela operação. Isso reduziu alucinação, aumentou consistência e transformou a IA em um recurso mais confiável para uso cotidiano.

Outro ponto decisivo foi o desenho híbrido do framework. A arquitetura foi preparada para operar tanto com agentes autônomos quanto com prompts estruturados em modo guiado. Essa decisão se mostrou central quando políticas de segurança do banco restringiram temporariamente o uso de agentes mais autônomos. Mesmo nesse cenário, a inteligência construída continuou gerando valor porque o núcleo do projeto não dependia de uma feature específica da plataforma, e sim da lógica de negócio incorporada à solução.

Mais do que implantar uma camada de IA, o projeto organizou uma forma de operar conhecimento especializado com mais escala e menos fricção.

 A diferença não veio do acesso à ferramenta. Veio da arquitetura que transformou IA em operação orientada por contexto, regra e responsabilidade. 

 O ganho real de produtividade 

O primeiro efeito do projeto apareceu no retrabalho. A redução de 88% mostra que a operação deixou de conviver com um ciclo recorrente de respostas imprecisas, correções e nova validação. A entrega passou a nascer mais próxima do padrão esperado já na primeira interação.

O segundo efeito foi tempo. Mais de 70% dos usuários relataram economia concreta nas atividades do dia a dia, com ganhos superiores a 40% nas entregas. Isso significou menos esforço alocado em execução repetitiva e mais disponibilidade para análise, decisão e priorização.

O terceiro efeito foi adoção. O uso diário por 60% dos respondentes indica que a solução encontrou aderência prática na rotina da operação. Esse ponto importa porque mostra que o projeto não ficou restrito ao interesse inicial em IA. Ele passou a ser utilizado porque resolvia dores reais de produtividade e acesso ao conhecimento.

O quarto efeito foi resiliência. Mesmo quando mudanças nas políticas de segurança limitaram temporariamente os agentes autônomos, o valor da solução permaneceu. O framework de prompts guiados sustentou a lógica de entrega e preservou o benefício operacional. Isso demonstra que o retorno do projeto estava ancorado na inteligência aplicada ao processo, e não na dependência de um formato específico de uso.

Ao final, o projeto fez mais do que acelerar tarefas. Ele reorganizou a relação entre conhecimento especializado, governança e escala dentro da operação de dados.

Sua operação já transformou conhecimento especialista em capacidade escalável?