O campo já entregava resultado. A operação ainda gastava tempo demais para provar isso
Industry
Agribusiness
Challenge
A operação dependia de planilhas, fluxos informais e criação manual de materiais para transformar resultados de colheita em comunicação utilizável. Isso aumentava custo, atrasava divulgação e tornava a governança da informação frágil em uma operação de grande escala.
Results
O projeto centralizou mais de 2.500 resultados em um único sistema, gerou economia estimada de R$ 1,5 milhão, recuperou mais de 300 horas operacionais e alcançou NPS 8,8 com os usuários.
Gerenciador de Resultados
Framework de governança , arquitetura de dados, governança de dados
“O ganho não veio só de registrar melhor o resultado. Veio de transformar o dado do campo em um ativo pronto para circular com confiança.”
Diretor de marketing e operação comercial
Agronegócio
Quando o resultado da lavoura precisa virar argumento comercial com rapidez
A operação pertence a uma empresa global do agronegócio com presença em dezenas de países e forte dependência da credibilidade técnica dos resultados apresentados ao mercado. Em um contexto assim, o dado de campo não pode ficar preso em planilhas, fluxos informais ou dependência de terceiros para virar peça de comunicação.
O que está em jogo não é apenas eficiência de processo. É a capacidade de transformar resultado agronômico em mensagem confiável, auditável e rápida o suficiente para sustentar a operação comercial.
O problema estava no caminho até ele virar ativo de negócio
A operação já gerava valor no campo, mas esse valor se perdia em um processo lento demais para acompanhar a escala da própria organização.
Os dados de colheita eram registrados em formatos dispersos, circulavam por múltiplos canais e dependiam de etapas manuais para chegar a um formato utilizável. Depois disso, vinha outro gargalo: transformar esses resultados em cards, banners, materiais de WhatsApp, mini-outdoors e outras peças exigia tempo interno especializado ou contratação recorrente de agências.
Esse desenho criava três perdas simultâneas. A primeira era custo. Cada novo resultado divulgado puxava mais horas internas ou mais despesa externa. A segunda era controle. Aprovações e assinaturas aconteciam com rastreabilidade limitada, o que fragilizava a confiança no processo. A terceira era escala. Quanto mais a operação crescia, mais pessoas e fornecedores seriam necessários para manter o fluxo funcionando.
O problema não era apenas tecnológico. Era estrutural. Sem um sistema central, o dado de colheita permanecia correto no campo, mas demorava demais para se transformar em comunicação de valor.
Uma infraestrutura para cadastrar, aprovar e divulgar sem depender de improviso
A resposta foi transformar um fluxo artesanal em uma operação contínua.
A MATH redesenhou o Gerenciador de Resultados para funcionar como infraestrutura de comunicação baseada em dados de campo. O projeto partiu da segunda geração da plataforma, criada para superar os limites da versão anterior e sustentar novas demandas de escala, novas marcas e novos formatos.
A primeira frente foi a centralização. Resultados de colheita passaram a ser cadastrados e governados em um único ambiente, com mais clareza sobre origem, status, rastreabilidade e consistência dos dados.
A segunda frente foi a simplificação da jornada. O uso em campo foi repensado para reduzir fricção operacional, enquanto a assinatura eletrônica integrada encurtou o tempo entre registro, aprovação e publicação. O que antes exigia circulação manual de documentos e validações pouco formais ganhou fluxo mais simples e previsível.
A terceira frente foi a automação da comunicação. Um motor proprietário de geração de artes em alta resolução passou a produzir materiais em diferentes formatos a partir da mesma base de dados, sem depender de agência externa a cada novo resultado. Isso alterou completamente a lógica de custo marginal da operação.
A quarta frente foi o reforço de controle. Logs, backups, monitoramento e fluxos formais de aprovação passaram a sustentar uma camada mais robusta de rastreabilidade, reduzindo o risco de crescimento desordenado e dando mais previsibilidade ao uso da plataforma.
O ganho não veio apenas de automatizar a peça. Veio de tornar todo o percurso entre dado, aprovação e divulgação mais curto, mais confiável e muito menos caro.
Mais resultado em circulação, menos custo para fazer isso acontecer
O projeto centralizou mais de 2.500 resultados de colheita entre janeiro e agosto de 2024, criando um único ambiente para cadastro, validação e uso das informações. Isso, por si só, já reposiciona a operação em termos de controle e escala.
O segundo ganho foi financeiro. A eliminação da dependência recorrente de agências para geração de peças levou a uma economia estimada de R$ 1,5 milhão. Esse número é relevante porque altera a relação entre crescimento e custo. A operação passa a produzir mais sem puxar despesa variável na mesma proporção.
O terceiro ganho foi de tempo. Mais de 300 horas operacionais foram recuperadas, retirando energia de tarefas repetitivas e devolvendo capacidade para atividades mais estratégicas.
O quarto ganho foi adoção. Com 16 treinamentos realizados e NPS médio de 8,8, a plataforma deixou de ser apenas uma ferramenta de cadastro e passou a ser reconhecida como apoio concreto à operação.
O quinto ganho foi expansão. A nova estrutura abriu espaço para entrada de novas marcas e para evolução do relacionamento com outras áreas, o que mostra que o projeto não resolveu só um processo. Ele ampliou a relevância da plataforma dentro do ecossistema da empresa.
