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Financiamento de veículos: 12% menos CAC com leitura de qualidade do lead

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Industry

Financial Services

Challenge

A antecipação da tela de negativa para clientes pré-negados alterou a leitura do funil e fez a mídia parecer menos eficiente do que realmente era. Sem distinguir qualidade de lead, a operação queimava orçamento, fragilizava confiança entre áreas e mantinha um KPI central apoiado em uma visão incompleta.

Results

O projeto reduziu o CAC anual em 12%, diminuiu em 12% a taxa de leads negados e criou uma nova referência de decisão para campanhas, conectando mídia, produto e crédito em um modelo mais coerente com a realidade do negócio.

Modelo de qualificação de lead e governança entre mídia, produto e crédito

lead scoring, CRM, Framework de governança , Atribuição de mídia

12%
Redução no CAC anual
12%
Queda na taxa de leads negados
2meses
Tempo para estruturar a nova leitura

“Quando o time passou a olhar a saúde do lead e não só o volume, a mídia deixou de parecer ineficiente e voltou a operar com critério.”

Diretor de mídia e aquisição

Serviços financeiros

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No crédito, lead não vale pelo clique. Vale pela chance real de avançar.

A operação pertence a um contexto em que mídia, produto e política de crédito precisam conversar o tempo todo. Em financiamento de veículos, o volume de leads importa, mas não resolve sozinho. Quando a origem do tráfego não é confrontada com aderência às regras de crédito, o funil pode parecer cheio enquanto a eficiência real se deteriora.

Nesse cenário, atribuição sem qualidade cria ilusão de performance. E ilusão de performance custa orçamento.

Uma mudança simples na jornada derrubou a confiança no principal KPI 

A operação antecipou a informação de negativa para clientes já pré-negados no simulador. A decisão fazia sentido do ponto de vista de experiência e política de crédito, mas alterou silenciosamente a lógica de leitura do funil.

Na prática, parte dos leads negados deixou de seguir para o parceiro de escrita. O efeito imediato foi uma queda severa no volume de leads atribuídos à mídia digital. O dashboard passou a sugerir piora de performance, embora o problema não estivesse exatamente na mídia, nem no processamento dos dados.

O que entrou em colapso foi a interpretação da jornada. Mídia, produto e crédito passaram a observar o mesmo fenômeno com lentes diferentes. O time de mídia via menos leads qualificados. Produto enxergava uma mudança de fluxo. Crédito seguia operando com suas regras. Sem uma métrica comum, o ecossistema de decisão ficou fragilizado.

O risco era claro. Campanhas continuavam atraindo tráfego, parceiros seguiam sendo remunerados e o orçamento de aquisição permanecia exposto sem uma leitura precisa sobre quem tinha real aderência ao produto.

Trocar volume cego por leitura de aderência 

A resposta foi deslocar o centro da análise: da quantidade de leads para a qualidade dos leads.

A MATH estruturou uma leitura integrada entre analytics, jornada e dados relacionais bancários para reconstruir a saúde do funil após a mudança no simulador. Em vez de insistir no mesmo KPI, o projeto reposicionou a análise a partir da taxa de negados por campanha, transformando qualidade em critério operacional de otimização.

A primeira frente foi técnica. A operação passou a combinar dados de GA4 com dados relacionais de crédito dentro de uma arquitetura em Azure Databricks, permitindo matching determinístico entre contratos, jornadas e canais de mídia. Isso criou uma base mais consistente para entender o que realmente estava chegando do lado da aquisição.

A segunda frente foi analítica. O projeto avaliou estatisticamente perfis populacionais, regras de crédito e comportamento por campanha para identificar padrões de aderência e construir uma população de controle capaz de aproximar a operação do que seria o cliente mais saudável para o produto.

A terceira frente foi operacional. A métrica de negados deixou de ser ruído secundário e passou a operar como indicador central para recalibrar audiências, ajustar campanhas e orientar decisões de mídia com mais aderência ao negócio. O fluxo entre produto, crédito e aquisição ganhou uma linguagem comum.

 O ganho do projeto não veio de gerar mais lead. Veio de fazer a operação parar de pagar pelo lead errado. 

Menos CAC, menos negativa, mais verdade na leitura do funil 

O primeiro resultado foi financeiro. A operação reduziu o CAC anual em 12% sem depender de aumento de verba nem de reestruturação ampla da stack. Isso reposiciona o ganho do projeto como eficiência de investimento, e não apenas melhoria analítica.

O segundo resultado foi de qualidade. A taxa de leads negados caiu 12%, sinal de que a aquisição passou a responder melhor às regras de crédito e de que o funil começou a atrair um perfil mais aderente ao produto.

O terceiro resultado foi de governança. A introdução da taxa de negados por campanha deu à operação um novo eixo de decisão. Mídia deixou de ser otimizada exclusivamente por volume e passou a incorporar saúde do lead como parte da leitura de performance.

O quarto resultado foi institucional. O trabalho gerou um novo padrão de cooperação entre áreas que antes reagiam ao mesmo problema com interpretações diferentes. A decisão passou a se apoiar menos em sintomas e mais em causalidade.

A prova prática desse avanço foi o reconhecimento interno da operação de mídia, que fechou o ano com sua melhor performance no período.

Sua operação ainda otimiza campanha por volume quando o problema real pode estar na qualidade do lead?