Gestão comercial global em Salesforce: visão unificada por região, país e carteira
Industry
Manufacturing
Challenge
A operação comercial funcionava com dados distribuídos, formatos diferentes de registro e esforço manual constante para consolidar visões de uma estrutura global. Isso dificultava a leitura gerencial, reduzia a comparabilidade entre mercados e limitava a atuação consultiva dos vendedores.
Results
O projeto consolidou a gestão comercial em Salesforce, organizou relatórios por região, país, estado e carteira, ampliou a visão gerencial da operação global e deu mais contexto à atuação da equipe comercial com histórico de relacionamento e registros estruturados no CRM.
Estrutura comercial global em Salesforce
Framework de governança , arquitetura de dados, Salesforce
“O ganho não veio apenas de reunir relatórios. Veio de fazer a operação inteira enxergar a mesma carteira com a mesma lógica.”
Diretor global comercial
Indústria de papel e celulose
Uma operação global precisa de uma leitura global
A operação pertence a uma empresa com presença internacional, múltiplos mercados e uma dinâmica comercial que exige leitura simultânea de país, região, carteira, cliente e categoria de produto. Nesse tipo de estrutura, vender bem depende também de enxergar bem.
Quando cada vendedor registra dados em um formato próprio e cada liderança consolida a operação a partir de controles paralelos, a empresa perde tempo, contexto e consistência exatamente onde mais precisa deles.
O problema era excesso de versões sobre a mesma realidade
A rotina comercial já gerava dados suficientes para apoiar a liderança, mas esses dados estavam espalhados entre bases diferentes e organizados de forma manual. Na prática, isso significava que cada vendedor acompanhava sua carteira de um jeito, enquanto a liderança precisava conciliar visões diferentes para chegar a uma leitura mínima da operação.
Esse cenário se tornava ainda mais sensível porque a estrutura comercial não era local. Ela exigia leitura cruzada entre mercados, regiões, estados, categorias de produto e contas estratégicas. Sem padronização, o esforço para consolidar essas visões crescia rapidamente e tornava a gestão global dependente de trabalho manual contínuo.
O impacto não recaía apenas sobre o relatório. Ele afetava a qualidade da decisão. Sem uma base comum, a liderança perdia agilidade para acompanhar performance e a equipe comercial trabalhava com menos contexto sobre histórico, relacionamento e oportunidades de aprofundar a conversa com o cliente.
Transformar o Salesforce em camada real de gestão
A resposta foi organizar a operação comercial em uma plataforma comum, capaz de servir tanto à liderança quanto à ponta.
A MATH estruturou a operação comercial dentro do Salesforce para consolidar relatórios, organizar visões gerenciais e dar à equipe comercial uma base mais consistente para atuar sobre suas contas. Em vez de manter a plataforma como simples repositório de registros, o projeto a transformou em ambiente de acompanhamento da operação global.
A primeira frente foi a construção de dashboards e visões segmentadas por região, país, estado, carteira e frente de atuação. Isso permitiu que cada consultor acompanhasse seus próprios resultados com mais clareza, enquanto a liderança ganhou uma leitura mais estruturada da operação total.
A segunda frente foi o fortalecimento da atuação consultiva. O CRM passou a concentrar histórico de relacionamento, contexto de reuniões, anotações sobre contas e informações relevantes para condução de conversas comerciais com mais profundidade. O vendedor deixou de depender apenas da memória ou de controles paralelos para preparar sua interação com o cliente.
A terceira frente foi o desenho já orientado à escala global. Embora a iniciativa tenha sido estruturada no Brasil, a lógica da solução já contemplava consultores e mercados internacionais desde o início. Isso evitou que a operação crescesse sobre uma base local improvisada.
A quarta frente foi a ampliação da inteligência comercial. Ao longo da evolução da estrutura, a operação passou também a incorporar dados de concorrência, o que expandiu a utilidade do Salesforce para além do acompanhamento interno e aproximou a plataforma de uma camada mais estratégica de leitura de mercado.
O ganho do projeto veio quando a plataforma deixou de ser um lugar para guardar dados e passou a ser um lugar para orientar a venda.
Uma operação comercial mais legível para a liderança e mais útil para quem vende
O primeiro resultado foi a ampliação da visão gerencial. A liderança passou a acompanhar uma operação global com mais estrutura, menos esforço manual e mais comparabilidade entre mercados e carteiras.
O segundo resultado foi a consolidação da gestão comercial em uma única plataforma. Com isso, a organização reduziu a dependência de controles paralelos e ganhou uma base mais estável para acompanhar vendas por região, país e estado.
O terceiro resultado foi qualitativo, mas decisivo. A equipe comercial passou a atuar com mais contexto, apoiada por histórico de relacionamento, registros de interação e visão mais clara das contas. Isso fortalece o modelo consultivo e melhora a qualidade das conversas ao longo da jornada comercial.
O quarto resultado foi evolutivo. A incorporação de dados de concorrência aumentou a capacidade da operação de observar o ambiente de mercado e ampliou o papel do CRM dentro da rotina comercial.
Ao final, a operação não ganhou apenas um novo arranjo de relatórios. Ganhou uma base comum para gerir presença global com mais consistência.
