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AMS Assistant: IA governada reduz em até 6x o tempo de resolução

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Industry

Manufacturing

Principal desafio

A operação de AMS dependia de analistas experientes para resolver chamados recorrentes, concentrava conhecimento crítico em poucas pessoas e mantinha um custo alto por ticket. O resultado era retrabalho, pressão sobre SLAs e dificuldade para escalar com eficiência. O material do case mostra com clareza que o crescimento acontecia em volume, mas não em eficiência.

Resultados

No piloto com 100 chamados analisados em um mês, o AMS Assistant alcançou 95,65% de acurácia. Sem IA, os atendimentos se concentravam em cerca de 60 minutos. Com IA, a maioria passou a ser resolvida em cerca de 10 minutos, com redução de até 6x no tempo efetivo de resolução.

AMS Assistant

AMS Assistant

95%
Acurácia no piloto
6x
Redução tempo de resolução
60→10min
Mudança tempo de atendimento
100
Chamadas no estudo piloto 1 mês

“A IA tirou o AMS do modo gargalo e colocou a operação em modo escala.”

Gerente de Sustentação e Operações Digitais

Indústria

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Quando AMS cresce sem estrutura, o custo cresce junto

 Em operações de sustentação, o problema raramente é falta de chamados. O problema é quando cada ticket novo exige o tempo de alguém muito experiente, porque o conhecimento está fragmentado, pouco documentado e difícil de reaproveitar. Esse era o cenário descrito no material do case: uma operação pressionada por custo, por SLA e por dependência excessiva de especialistas. 

O ticket simples consumia tempo demais do time certo 

O material do case mostra um problema estrutural. Chamados simples consumiam horas de profissionais sênior. Resoluções dependiam de conhecimento tácito. Escalonamentos frequentes criavam gargalos. O onboarding de novos analistas era lento. E a base de conhecimento seguia fragmentada, com histórico de chamados subutilizado e pouca padronização nas respostas. O risco aparece de forma clara: perda de escala, fragilidade do ecossistema e aumento contínuo de custo operacional.

O ponto mais crítico não era apenas o TMA alto. Era o fato de que a operação já crescia em volume sem ganhar eficiência proporcional. Isso coloca pressão direta sobre contratos, SLAs e capacidade de sustentar a operação no tempo.

Um assistente treinado para AMS, não um chatbot genérico 

A resposta foi construir um assistente especializado em AMS com governança forte, integração nativa e arquitetura preparada para escalar.

A solução foi desenhada sobre três pilares. O primeiro foi especialização: o assistente foi treinado sobre histórico real de chamados e uma base de conhecimento dinâmica, com foco em problemas recorrentes da operação. O segundo foi robustez técnica: a arquitetura é agnóstica a cloud e modelos, com integração nativa a sistemas como ServiceNow, Jira, Salesforce e Cervello. O terceiro foi governança: guardrails ativos, bloqueio de conteúdo sensível, proteção contra prompt injection, substituição dinâmica de dados críticos e fallback automático entre providers.

A operação também ganhou observabilidade completa. Logs por chamada, custos por token, performance por modelo e auditoria de alterações de prompt passaram a fazer parte da rotina. Isso significa que a IA não entrou apenas para acelerar atendimento. Ela entrou com controle real de risco, custo e continuidade.

Por fim, o modelo foi desenhado como híbrido. A IA resolve o recorrente. Humanos ficam no excepcional. Especialistas deixam de ser gargalo e passam a atuar como curadores de conhecimento. Essa mudança é central para o valor do case.

 Governança não entrou para limitar a IA. Entrou para permitir escala segura. 

O ganho veio em tempo, custo e estrutura 

No piloto, a acurácia chegou a 95,65%. A maioria dos chamados, que antes se concentrava em cerca de 60 minutos, passou a ser resolvida em aproximadamente 10 minutos. Isso representa redução de até 6x no tempo efetivo de resolução.

O ganho, porém, não ficou só no tempo. O material também aponta menor necessidade de escalonamento para especialistas, redução direta de FTE operacional, aprendizado contínuo a cada novo chamado e monitoramento econômico constante via FinOps. A IA deixou de ser um custo incerto e passou a operar sob lógica de viabilidade contínua.

No nível organizacional, a operação ganhou ramp-up mais rápido de novos analistas, mais padronização nas resoluções e melhora perceptível em SLA e satisfação do cliente final. A conclusão do case resume bem: o AMS Assistant transforma custo operacional recorrente em eficiência previsível e escalável.

Sua operação de AMS ainda cresce em volume mais rápido do que cresce em eficiência?